{"id":835,"date":"2017-09-04T09:55:36","date_gmt":"2017-09-04T12:55:36","guid":{"rendered":"https:\/\/ministeriojusticaepoder.com.br\/?p=835"},"modified":"2017-09-17T10:17:41","modified_gmt":"2017-09-17T13:17:41","slug":"conto-a-filha-de-jairo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ministeriojusticaepoder.com.br\/?p=835","title":{"rendered":"CONTO A FILHA DE JAIRO"},"content":{"rendered":"<div class=\"flex_column av_one_full  flex_column_div av-zero-column-padding first  \" style='border-radius:0px; '><p><section class=\"av_textblock_section\"  itemscope=\"itemscope\" itemtype=\"https:\/\/schema.org\/BlogPosting\" itemprop=\"blogPost\" ><div class='avia_textblock '   itemprop=\"text\" ><p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-796\" src=\"http:\/\/ministeriojusticaepoder.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/11-CONTO-A-FILHA-DE-JAIRO.jpg\" alt=\"\" width=\"260\" height=\"191\" \/>CONTO A FILHA DE JAIRO<\/strong><\/p>\n<p>Por Pr Elton Gomes Lucas<\/p>\n<p>Estamos em Cafarnaum na Galileia ocupada pelos romanos, no primeiro s\u00e9culo de nossa era. Ali encontramos nosso personagem: o respeitado Jairo, Principal da sinagoga, o local de reuni\u00f5es dos religiosos judeus. O Principal ou Dirigente da sinagoga era a pessoa respons\u00e1vel por dirigir os cultos, selecionar os participantes e manter a ordem. Era tamb\u00e9m ele que celebrava os casamentos, decretava os div\u00f3rcios, interpretava a lei e julgava as quest\u00f5es entre o povo. Era, portanto, uma pessoa de grande destaque entre os judeus, uma figura p\u00fablica altamente respeitada na sociedade de sua \u00e9poca.<\/p>\n<p>Jairo gostava de seu trabalho. Conhecedor das Escrituras e do ensino dos Rabis do passado, havia alcan\u00e7ado a posi\u00e7\u00e3o de honra por m\u00e9ritos e tal posi\u00e7\u00e3o n\u00e3o fora questionada por nenhum de seus pares. Al\u00e9m disso, amava sua esposa e tinha verdadeira adora\u00e7\u00e3o por sua Raquel, a filha \u00fanica, de doze anos. A alegria a chegar em casa e ser recebido pelos abra\u00e7os de Raquel, superavam a decep\u00e7\u00e3o de n\u00e3o ter podido ter mais filhos e de n\u00e3o ter um herdeiro do sexo masculino.<\/p>\n<p>De manh\u00e3, Jairo levantava e ap\u00f3s sentar-se \u00e0 mesa com a fam\u00edlia, beijava a esposa e a filha e ia para a sinagoga de Cafarnaum. L\u00e1 iniciava suas tarefas, supervisionando o patrim\u00f4nio, verificando o trabalho dos oper\u00e1rios respons\u00e1veis pela reforma em andamento. Dali a pouco chegavam aqueles que por decis\u00e3o do pr\u00f3prio Jairo poderiam participar do culto. Aquele teria sido um dia como outro qualquer, n\u00e3o fosse a not\u00edcia que lhe foi trazida por Ananias, um de seus auxiliares.<\/p>\n<p>Segundo Ananias, um profeta e rabi da vizinha Nazar\u00e9 estava morando na cidade e alguns de seus milagres vinham ganhando fama. Assim, pessoas de outras cidades come\u00e7avam a afluir para Cafarnaum, a fim de ver o tal milagreiro.<\/p>\n<p>A princ\u00edpio, Jairo n\u00e3o se preocupou muito, pois de vez em quando aparecia por ali algum l\u00edder religioso e alguns o seguiam. Todavia, logo ele desaparecia e tamb\u00e9m sua fama. Mas o tempo foi passando e cada vez mais gente seguia aquele novo mestre.<\/p>\n<p>Jairo decidiu investigar de perto tal homem e, de forma oculta, passou a observ\u00e1-lo em sua atua\u00e7\u00e3o nos arredores. O que ele via, cada vez mais o assombrava: cegos viam, surdos ouviam, coxos andavam e o que era mais inacredit\u00e1vel: homens depravados, prostitutas, publicanos e outras pessoas que vinham da pior esp\u00e9cie da sociedade se juntavam \u00e0quele l\u00edder e mudavam de vida completamente.<\/p>\n<p>Havia em Jairo um misto de ci\u00fames, por aquele l\u00edder estar atraindo tanta gente; de assombro, pelos milagres que ele via e de raiva, porque aquele l\u00edder n\u00e3o se reportava a ele e nem buscava sua permiss\u00e3o para fazer o que fazia. Al\u00e9m disso, interpretava as leis de sua maneira, sem citar os rabinos do passado e, por isso, muita gente na cidade dizia que ele ensinava com autoridade e n\u00e3o como os outros rabinos \u2013 Jairo inclu\u00eddo.<\/p>\n<p>O que acabou piorando a situa\u00e7\u00e3o foi o fato daquele rabi come\u00e7ar a frequentar a sinagoga, a ensinar, a curar enfermos at\u00e9 nos s\u00e1bados. Tal atitude come\u00e7ou a irritar os judeus e a fazer com que estes passassem a pressionar Jairo para que fizesse alguma coisa para impedir a a\u00e7\u00e3o daquele \u201cfalso profeta\u201d. O problema era que Jairo n\u00e3o sabia o que fazer, pois tudo o que o tal Jesus fazia trazia benef\u00edcios \u00e0s pessoas.<\/p>\n<p>A fama daquele sujeito se espalhou e agora, das cidades vizinhas, multid\u00f5es vinham para ouvir seus ensinamentos, trazendo enfermos que eram curados e at\u00e9 pessoas endemoniadas que eram libertas. A situa\u00e7\u00e3o se agravou quando aquelas not\u00edcias chegaram at\u00e9 Jerusal\u00e9m e de l\u00e1 foram enviados homens da parte do sumo-sacerdote e at\u00e9 do Rei Herodes, para investigar o milagreiro. Aquilo foi a gota d\u2019\u00e1gua para Jairo: ent\u00e3o ele, o Chefe da Sinagoga, o l\u00edder dos judeus de cafarnaum, n\u00e3o poderia resolver o problema sozinho? A resposta \u00e9 que n\u00e3o poderia, pois n\u00e3o sabia o que fazer.<\/p>\n<p>Enquanto assistia o Nazareno derrotar os questionadores fariseus e herodianos, a admira\u00e7\u00e3o de Jairo por aquele homem aumentava. Agora ele j\u00e1 n\u00e3o observava mais de longe. Se disfar\u00e7ava e se misturava \u00e0 multid\u00e3o dos seguidores, cada vez mais at\u00f4nico com a obra de Jesus. A esta altura, j\u00e1 se discutia entre o povo se aquele n\u00e3o seria o Messias. Jairo n\u00e3o aceitava tal proposi\u00e7\u00e3o: onde j\u00e1 se viu um messias pobre, nazareno e que andava com pescadores e, pior, comia com publicanos e pecadores, por\u00e9m, como explicar suas obras.<\/p>\n<p>As hist\u00f3rias se multiplicavam: Um paral\u00edtico havia sido descido por cordas atrav\u00e9s do telhado da casa de Jesus e colocado aos seus p\u00e9s. Foi curado e saiu andando, mas os judeus questionaram o milagre porque Jesus havia perdoado os pecados do paral\u00edtico, como se fosse Deus. Da regi\u00e3o gent\u00edlica chegava a not\u00edcia de um homem possesso por dem\u00f4nios que vivia nos sepulcros e tinha sido liberto. Entre os disc\u00edpulos mais pr\u00f3ximos do Mestre comentava-se que ele podia dar ordens ao vento e ao mar e era obedecido. De Naim a not\u00edcia mais extraordin\u00e1ria: o filho de uma vi\u00fava teria sido ressuscitado por Jesus. Jairo n\u00e3o sabia no que acreditar, mas n\u00e3o podia negar os milagres que ele mesmo havia presenciado. Milagres ocorridos com pessoas que ele conhecia.<\/p>\n<p>Um dia Jairo deparou com o centuri\u00e3o da cidade. Aquele homem era um bom amigo dos judeus, amava sua na\u00e7\u00e3o e gozava do apre\u00e7o de Jairo, pois fora o respons\u00e1vel pela constru\u00e7\u00e3o da Sinagoga, que agora era presidida por Jairo. Jairo tentou conversar com ele, mas o mesmo estava transtornado e parecia apressado. Ao ser indagado sobre o porqu\u00ea de tanta afli\u00e7\u00e3o, aquele homem respondeu: tenho um servo muito amado e ele est\u00e1 com uma enfermidade terr\u00edvel, restam-lhe poucos dias de vida. Jairo se ofereceu para buscar um m\u00e9dico amigo, mas o homem disse que os melhores m\u00e9dicos, judeus e romanos, j\u00e1 haviam tentado de tudo e j\u00e1 haviam desistido. Ao que Jairo perguntou: Onde ent\u00e3o voc\u00ea vai t\u00e3o apressado? O centuri\u00e3o respondeu: &#8211; tentar o \u00faltimo recurso: Jesus o Nazareno.<\/p>\n<p>Diante daquela reposta, Jairo paralisou. N\u00e3o sabia se o incentivava e dizia ter presenciado muitos milagres daquele profeta, ou se repetia o que os seus pares na Sinagoga ficavam dizendo: que era um homem pecador, que pregava contra a Lei de Mois\u00e9s, que expulsava dem\u00f4nios por Belzebu&#8230; Preferiu n\u00e3o dizer nada e se despediu do centuri\u00e3o. Mais tarde, recebeu a not\u00edcia de que o servo do centuri\u00e3o havia sido curado e sem que Jesus sequer fosse \u00e0 sua casa. Ele s\u00f3 deu uma ordem e o enfermo foi restaurado na mesma hora. Agora os milagres de Jesus n\u00e3o eram propagados s\u00f3 pelos pobres, pela esc\u00f3ria da sociedade, mas tamb\u00e9m por uma grande autoridade de Cafarnaum.<\/p>\n<p>Naquele dia, Jairo chegou em casa e n\u00e3o foi recebido por Raquel, como acontecia todos os dias. Preocupado procurou pela filha que estava acamada em seu quarto ao lado da m\u00e3e e do escravo m\u00e9dico. Dois dias se passaram e a menina n\u00e3o melhorava. Os melhores m\u00e9dicos foram trazidos e ningu\u00e9m conseguia cur\u00e1-la. Jairo come\u00e7ou a se desesperar. Orava seguidamente, dizia a Deus que era um bom homem, religioso, cumpridor de seus deveres para com Deus e o povo e n\u00e3o merecia o que estava acontecendo, n\u00e3o podia perder sua filha \u00fanica, sua grande alegria. Que Deus ent\u00e3o o levasse em lugar da filha. Nada resolvia. Raquel piorava a cada dia e os m\u00e9dicos desistiram da cura.<\/p>\n<p>Desesperado, Jairo come\u00e7ou a correr pelas ruas a perguntar onde estava o profeta de Nazar\u00e9. As pessoas n\u00e3o sabiam o que responder, pois pensavam que o Chefe da Sinagoga ia prender o profeta. Jairo continuou a correr quando deparou com uma multid\u00e3o seguindo o tal messias. Quando se aproximava, os disc\u00edpulos se preocuparam dizendo: &#8211; n\u00e3o \u00e9 o homem que vive repreendendo o mestre na sinagoga, por fazer o bem aos s\u00e1bados. N\u00e3o deixemos que ele se aproxime do mestre. Jesus, entretanto, os repreendeu afirmando: &#8211; N\u00e3o v\u00ea que a alma daquele homem est\u00e1 profundamente angustiada. Deixem que ele venha.<\/p>\n<p>Jairo passou pela multid\u00e3o e caiu chorando aos p\u00e9s de Jesus, implorando que este fosse com ele e curasse sua filha \u00fanica. Jesus concordou em ir e a multid\u00e3o o seguiu. No caminho o mestre parou e disse que tinha sido tocado. Os disc\u00edpulos retrucavam dizendo que toda uma multid\u00e3o estava apertando o mestre. Ele, por\u00e9m, ressaltou que tinha sido um toque diferente, pois poder havia sa\u00eddo dele. Uma mulher aproximou-se e disse que tinha sido ela. Jairo decidiu prend\u00ea-la, pois sabia que a mesma tinha uma hemorragia constante e era imunda cerimonialmente, assim ao tocar o mestre, al\u00e9m de atras\u00e1-lo para curar sua filha, ainda tinha o tornado imundo e Ele podia n\u00e3o ter mais como curar Raquel at\u00e9 sua purifica\u00e7\u00e3o. Mais antes que Jairo agisse, a mulher disse que seu fluxo havia parado imediatamente ao tocar as vestes do Senhor e este lhe disse que fosse em paz, pois sua f\u00e9 a tinha curado.<\/p>\n<p>Seguiram pois o caminho, todavia alguns homens vieram da casa de Jairo e lhe recomendaram que n\u00e3o incomodasse mais o mestre, pois sua filha havia morrido. Jesus, entretanto, lhe disse: n\u00e3o se preocupe, apenas creia. Jairo, sem saber o que fazer, lembrou-se da hist\u00f3ria do filho da vi\u00fava. E se fosse verdade? Continuou com Jesus o caminho at\u00e9 sua casa. L\u00e1 chegando, deparou com uma grande turba chorando pela menina, al\u00e9m de flautistas tocando pelo falecimento. Jesus disse que a menina n\u00e3o estava morta, s\u00f3 dormia e todos riram dele. Ordenou ent\u00e3o que todos ficasse de fora, entrando no quarto s\u00f3 com os pais da menina e tr\u00eas de seus disc\u00edpulos. Diante do leito ele ordenou em aramaico: &#8211; Talita Cumi, que traduzido \u00e9: menina, a ti digo, levante-se.<\/p>\n<p>Raquel abriu os olhos e sorriu. Jesus lhe disse que ela fosse alimentada. Jairo queria recompens\u00e1-lo. Pagar alguma coisa. Mas o mestre se recusou a receber qualquer presente.<\/p>\n<p>A partir desse dia, Jairo passou a seguir Jesus, primeiro secretamente, depois de forma p\u00fablica, at\u00e9 ser expulso da Sinagoga. Acompanhou de longe as not\u00edcias de seus milagres, da multiplica\u00e7\u00e3o de p\u00e3es e, depois de sua pris\u00e3o e crucifica\u00e7\u00e3o. Decretou luto em sua casa e chorou durante v\u00e1rios dias. Um dia recebeu uma not\u00edcia estarrecedora: o tal Jesus que havia sido crucificado em Jerusal\u00e9m, fora visto por algumas pessoas e dizem que Ele ressuscitara. Os judeus haviam desmentido a hist\u00f3ria, dizendo que seus disc\u00edpulos tinham roubado o corpo. Jairo sabia, contudo, que era verdade. Ele tinha visto sua filha voltar \u00e0 vida. Ele tinha testemunhado o milagre da ressurrei\u00e7\u00e3o. Ele precisava ver o mestre. Mas onde encontr\u00e1-lo?<\/p>\n<p>Novas not\u00edcias chegaram: Jesus e seus disc\u00edpulos haviam sido vistos na Galil\u00e9ia, mas agora seguiam para Bet\u00e2nia, perto de Jerusal\u00e9m. Jairo se aprontou para a viagem e rapidamente partiu para os arredores de Jerusal\u00e9m. Chegou a pequena aldeia de Bet\u00e2nia e se dirigiu ao lugar onde diziam que Jesus estava com os disc\u00edpulos. Chegou a tempo de ver o Mestre ser levado \u00e0s alturas e sumir no meio das nuvens. Em seguida, viu os anjos que anunciaram que Ele voltaria. Encontrou Tiago, um dos disc\u00edpulos que estiveram no quarto da filha e este o convidou para estar com eles em Jerusal\u00e9m. Jairo, todavia, agradeceu e decidiu voltar para Cafarnaum, onde come\u00e7ou uma igreja crist\u00e3 em sua casa. Morreu j\u00e1 velho e sem recuperar o respeito das autoridades judaicas, mas feliz por ter encontrado o senhor de sua vida.<\/p>\n<\/div><\/section><br \/>\n<div  class='hr hr-default '><span class='hr-inner ' ><span class='hr-inner-style'><\/span><\/span><\/div><br \/>\n<div class='av-social-sharing-box '><div class='av-share-box'><h5 class='av-share-link-description'>Compartilhe<\/h5><ul class='av-share-box-list noLightbox'><li class='av-share-link av-social-link-facebook' ><a target='_blank' href='http:\/\/www.facebook.com\/sharer.php?u=https:\/\/ministeriojusticaepoder.com.br\/?p=835&amp;t=CONTO%20A%20FILHA%20DE%20JAIRO' aria-hidden='true' data-av_icon='\ue8f3' data-av_iconfont='entypo-fontello' title='' data-avia-related-tooltip='Share on Facebook'><span class='avia_hidden_link_text'>Share on Facebook<\/span><\/a><\/li><li class='av-share-link av-social-link-twitter' ><a target='_blank' href='https:\/\/twitter.com\/share?text=CONTO%20A%20FILHA%20DE%20JAIRO&url=https:\/\/ministeriojusticaepoder.com.br\/?p=835' aria-hidden='true' data-av_icon='\ue8f1' data-av_iconfont='entypo-fontello' title='' data-avia-related-tooltip='Share on Twitter'><span class='avia_hidden_link_text'>Share on Twitter<\/span><\/a><\/li><li class='av-share-link av-social-link-gplus' ><a target='_blank' href='https:\/\/plus.google.com\/share?url=https:\/\/ministeriojusticaepoder.com.br\/?p=835' aria-hidden='true' data-av_icon='\ue8f6' data-av_iconfont='entypo-fontello' title='' data-avia-related-tooltip='Share on Google+'><span class='avia_hidden_link_text'>Share on Google+<\/span><\/a><\/li><li class='av-share-link av-social-link-pinterest' ><a target='_blank' href='http:\/\/pinterest.com\/pin\/create\/button\/?url=https%3A%2F%2Fministeriojusticaepoder.com.br%2F%3Fp%3D835&amp;description=CONTO%20A%20FILHA%20DE%20JAIRO&amp;media=https%3A%2F%2Fministeriojusticaepoder.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2017%2F09%2F11-CONTO-A-FILHA-DE-JAIRO.jpg' aria-hidden='true' data-av_icon='\ue8f8' data-av_iconfont='entypo-fontello' title='' data-avia-related-tooltip='Share on Pinterest'><span class='avia_hidden_link_text'>Share on Pinterest<\/span><\/a><\/li><li class='av-share-link av-social-link-linkedin' ><a target='_blank' href='http:\/\/linkedin.com\/shareArticle?mini=true&amp;title=CONTO%20A%20FILHA%20DE%20JAIRO&amp;url=https:\/\/ministeriojusticaepoder.com.br\/?p=835' aria-hidden='true' data-av_icon='\ue8fc' data-av_iconfont='entypo-fontello' title='' data-avia-related-tooltip='Share on Linkedin'><span class='avia_hidden_link_text'>Share on Linkedin<\/span><\/a><\/li><li class='av-share-link av-social-link-mail' ><a  href='mailto:?subject=CONTO%20A%20FILHA%20DE%20JAIRO&amp;body=https:\/\/ministeriojusticaepoder.com.br\/?p=835' aria-hidden='true' data-av_icon='\ue805' data-av_iconfont='entypo-fontello' title='' data-avia-related-tooltip='Share by Mail'><span class='avia_hidden_link_text'>Share by Mail<\/span><\/a><\/li><\/ul><\/div><\/div><\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":796,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[14],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ministeriojusticaepoder.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/835"}],"collection":[{"href":"https:\/\/ministeriojusticaepoder.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ministeriojusticaepoder.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ministeriojusticaepoder.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ministeriojusticaepoder.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=835"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ministeriojusticaepoder.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/835\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":836,"href":"https:\/\/ministeriojusticaepoder.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/835\/revisions\/836"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ministeriojusticaepoder.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/796"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ministeriojusticaepoder.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=835"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ministeriojusticaepoder.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=835"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ministeriojusticaepoder.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=835"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}